Olá Crianças.
Quero aqui deixar um post para você que visita meu blog.
Na página do aluno, o mesmo que se usa para acompanhar notas e faltas e outras funções, está disponível o link BIBLIOTECA VIRTUAL, o que é isso?
É uma ferramenta, no qual pode-se usar para pesquisa de diversos livros, inclusive vários que já citei e alguns que usamos em aulas também. Portanto é uma boa ideia, sempre dar um visitinha, há vários títulos, basta dar um pesquisada, o livro é completo.
www.uniesp.edu.br/saomateus
coloque seu RA e sua senha e na parte de cima do site você verá o link.
Boa sorte a todos e boas leituras
quarta-feira, 24 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Racionalismo de Descartes
o que é o Geocentrismo?
O geocentrismo é a teoria que a Terra é o centro do universo.
Pensamento que perpetuou na idade média, no qual a Igreja Católica, afirmava e proferia em seus ensinamentos aos fiéis.
É com Copérnico que esta visão de mundo cai, ou dá uma reviravolta, e surge o conceito de Héliocentrismo, o Sol como centro do universo e não mais a Terra, pensamento este que foi condenado pela igreja. (veja mais)
Nesse contexto surge o racionalismo, uma doutrina filosófica cuja RAZÃO é fonte de conhecimento
Para falar propriamente de Descartes segue o link de um colega professor, César Schirmer dos Santos, para nos iluminar com um belo texto sobre o que foi nossa aula. (link)
Recomendo também assistir ao filme Descartes que também deixo o (link)
Outro link ainda: Viviane Mosé (link)
O geocentrismo é a teoria que a Terra é o centro do universo.
Pensamento que perpetuou na idade média, no qual a Igreja Católica, afirmava e proferia em seus ensinamentos aos fiéis.
É com Copérnico que esta visão de mundo cai, ou dá uma reviravolta, e surge o conceito de Héliocentrismo, o Sol como centro do universo e não mais a Terra, pensamento este que foi condenado pela igreja. (veja mais)
Nesse contexto surge o racionalismo, uma doutrina filosófica cuja RAZÃO é fonte de conhecimento
Para falar propriamente de Descartes segue o link de um colega professor, César Schirmer dos Santos, para nos iluminar com um belo texto sobre o que foi nossa aula. (link)
Recomendo também assistir ao filme Descartes que também deixo o (link)
Outro link ainda: Viviane Mosé (link)
quinta-feira, 21 de março de 2013
Aristóteles e o problema da educação
*Sérgio Henrique de Souza
Antes de mais nada devemos entender que este texto é apenes uma pequena contribuição aos diversos conceitos que já foram tratados em aula, de certo modo aqui está um pequeno resumo de algumas das ideias de Aristóteles sobre o problema da educação ou conhecimento adquirido. e como plano de fundo começaremos por esta máxima de Aristóteles.
" Onde quer que se descuide da Educação, O Estado sofre um golpe nocivo".
A palavra educação, em sua definição significa ação de "desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais", nos mostra a seriedade que devemos empregar à aquilo que buscamos ser, ou seja, um conceito forte e pleno de significados.
O filósofo Aristóteles em suas obras nos lembra sobre a passagem do Ato para Potência, como sendo o ato o presente e a potencia é aquilo que temos por meta, ou seja, na vivência escolar, nossos jovens adentram as escolas desconhecendo o sentido da educação, que é o de transforar a potência, o sonho de cada um deles, em ato, que se concretize de verdade, só assim para atualizar sonhos em objetivos e objetivos em sonhos.
Ao tratarmos das "faculdades psíquicas, intelectuais presentes em cada ser, realizamos aquilo que, para o pensador é, educar para a prática da VIRTUDE, exercitar a vivência do BEM, ou seja, o objetivo da educação, podemos dizer que é a geração de prazer ou prazeres, no entanto, testemunhamos em nossas escolas o contrário, a proliferação do desconforto, do insuportável e do descontentamento.
Cabe aqui então uma pergunta para nosso própria reflexão, o que fazer diante desse fato?
A virtude em Aristóteles nasce no momento em que se faz a"experiência", em outras palavras, é uma prática, uma empiria, que não é algo que vem à realidade de modo inato ( nasce conosco), portanto, esse exercício virtuoso é como um hábito (repetição), a cada dia deve ser aperfeiçoado, e o lugar que devemos experimentar essa virtude é a própria escola.
O significado da palavra escola nos remete ao termo grego (σχολή) é lazer (scholé),ou seja lugar que se vivencia o prazer, que vem pelos novos conhecimentos, pelos amigos que fazemos, pelas namoradinhas e namoradinhos que se tem, pelos esforços que se concretizam e tudo mais, no entanto, tal conceito foi banido das escolas, e a virtude se afasta deste ambiente, uma vez que não há exercício, treino desse lazer - prazer, e o ensinar e o aprender viraram apenas uma seção de tortura, tanto a professores quanto a alunos.
Para ele essa escola é, em sua origem, a própria família, pois é ela que transmite aos seus o princípio de um bom se portar, uma prática condizente com o que se faz, por exemplo, os valores que carregamos vem da família. portanto, a família é o inicio da organização das cidades, e cabe ao governo zelar pelas famílias.
"Eduquem as crianças e não será preciso punir os adultos". (Pitágoras)
O sentido da palavra cuidar é uma ação de aplicar a atenção, assistir, zelar, ou seja, é a prática da virtude que tanto falamos e que para o pensador, é o POLITIKÓS - pensar o bem a todos, algo que o Estado e todos os cidadãos são responsáveis, sobretudos o Estado. Essa virtude culmina em algo chamado ética, ou seja, devemos ter um conduta eticamente ´possível, justa e sobretudo sóbria para desempenhar com sinceridade nosso ser político.
"toda a arte e todo indagação, assim como toda ação e todo propósito, visam a algum bem (...) e que (...) o bem é aquilo a que todas as coisas visam".
O resultado disto, a grosso modo é, dizer que o homem, em sua finalidade, tendo a justa e consciente medida "ética" para gerar um sentimento de felicidade, ou seja, ao exercitarmos o aprender a ser felizes, necessariamente necessitamos de uma pessoa, e a isto damos o nome de professor.
Como diz o ditado, a andorinha não faz verão sozinha, o professor necessita do aluno e o aluno de seu professor, como o cavaleiro precisa do cavalo para ser, assim se dá a prática da virtude, alguém que ensine a fazer a experiência, sendo assim, fazer educação é uma prática virtuosa que deve ser colocada de maneira justa e igual a todos.
Ao direcionarmos o olhar para o desafio da escola, da sala de aula, da turma, de seus problemas, que por muitas vezes nos desanima, nos dá a leve impressão de que a escola é o lugar da tortura, do massacre, da prisão e da reclusão, é só andar por aí e constatar que nossas escolas viraram depósitos de bagulhos, muros altos, grade por todo lado e vigilância até em sala de aulas com direito a áudio, e isso é bom e ruim ao mesmo tempo, e sabemos que escola não é isso e nem nasceu para ser isso, apenas nos conformamos com o que esta acontecendo.
"De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo". (Adélia Prado)
E é interessante que, nos acostumamos a olhar o que é habitual e usual, mas quando de repente sentimos aquele "espanto" que gera m nós uma inquietação, nos tornamos de certo modo, estáticos, perplexos e ao mesmo tempo em movimento, como num pulsar de vida, como faz o coração, pois, aí está o desafio, ver além da pedra, ver além de um simples aluno e perceber a potencialidade que ele pode ser um dia, ato e potência, mesmo que, o aluno seja daqueles mais levados do mundo, devemos aproveitar o "pior" para o melhor.
Portanto, o professor deve ser um visionário e levar seus alunos a contemplarem e a praticarem o exercício essencial da vida que é a busca constante pelo conhecimento que nos traz o prazer, o deleite, desfrutar o que se plantou, é ter atitude, é ter uma significância para quem foi o protagonista da educação, como nos lembra a canção de Chico Buarque.
"A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...".
Esse "ter voz ativa" incomoda, é a pedra no sapato e na educação o desafio é justamente este, ser como a roda viva, que supera o desafio, que busca, que não se conforma, essa roda vida é o próprio homem, que se surpreende com o que se pode ser.
"Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu". (Fernando Pessoa - Álvaro de Campos)
Por muitas vezes nos esquecemos do fato de necessitar de um professor como um "facilitador" para gerar o prazer, prazer este que é a busca pelo conhecimento, aquilo que a filosofia em sua essência realiza, busca a verdade, e podemos comprar este prazer, essa felicidade que é o conhecimento ao fato de alguém que não andava passar a andar e alguém que não enxergava passar a ver o mundo e as coisas.
Nesse Sentido, o professor é quem vai levar ao aluno o deslumbramento por admirar o mundo, a vida e os homens. Admirar é contemplar o que foi feito como foi feito, ou seja, a admiração imprime em nós a gratidão, o prazer e a felicidade.
Educação podemos dizer que é um grande "mirandum" aquilo que se admira, que se busca e ainda, graças a poucos se prática e vivencia de maneira muito séria e sóbria, ou seja, o caminho para resolver os problemas da sociedade é melhorar a educação, é respeitar e valorizar professores e alunos, é passar a saborear a "felicidade".
"Menina , amanhã de manhã
quando a gente acordar
quero te dizer que a felicidade vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens". (Tom Zé)
* Sérgio Henrique de Souza é Mestrando do Programa de Educação da Universidade Metodista de São Paulo, professor de Filosofia da Educação da Faculdade Santa Izildinha - Uniesp na cidade de São Paulo e Professor de filosofia, efetivo da Secretaria do Estado da Educação de São Paulo
Referências
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 1996.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2005.
http://letras.mus.br/chico-buarque/45167/
http://letras.mus.br/tom-ze/164141/
Antes de mais nada devemos entender que este texto é apenes uma pequena contribuição aos diversos conceitos que já foram tratados em aula, de certo modo aqui está um pequeno resumo de algumas das ideias de Aristóteles sobre o problema da educação ou conhecimento adquirido. e como plano de fundo começaremos por esta máxima de Aristóteles.
" Onde quer que se descuide da Educação, O Estado sofre um golpe nocivo".
A palavra educação, em sua definição significa ação de "desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais", nos mostra a seriedade que devemos empregar à aquilo que buscamos ser, ou seja, um conceito forte e pleno de significados.
O filósofo Aristóteles em suas obras nos lembra sobre a passagem do Ato para Potência, como sendo o ato o presente e a potencia é aquilo que temos por meta, ou seja, na vivência escolar, nossos jovens adentram as escolas desconhecendo o sentido da educação, que é o de transforar a potência, o sonho de cada um deles, em ato, que se concretize de verdade, só assim para atualizar sonhos em objetivos e objetivos em sonhos.
Ao tratarmos das "faculdades psíquicas, intelectuais presentes em cada ser, realizamos aquilo que, para o pensador é, educar para a prática da VIRTUDE, exercitar a vivência do BEM, ou seja, o objetivo da educação, podemos dizer que é a geração de prazer ou prazeres, no entanto, testemunhamos em nossas escolas o contrário, a proliferação do desconforto, do insuportável e do descontentamento.
Cabe aqui então uma pergunta para nosso própria reflexão, o que fazer diante desse fato?
A virtude em Aristóteles nasce no momento em que se faz a"experiência", em outras palavras, é uma prática, uma empiria, que não é algo que vem à realidade de modo inato ( nasce conosco), portanto, esse exercício virtuoso é como um hábito (repetição), a cada dia deve ser aperfeiçoado, e o lugar que devemos experimentar essa virtude é a própria escola.
O significado da palavra escola nos remete ao termo grego (σχολή) é lazer (scholé),ou seja lugar que se vivencia o prazer, que vem pelos novos conhecimentos, pelos amigos que fazemos, pelas namoradinhas e namoradinhos que se tem, pelos esforços que se concretizam e tudo mais, no entanto, tal conceito foi banido das escolas, e a virtude se afasta deste ambiente, uma vez que não há exercício, treino desse lazer - prazer, e o ensinar e o aprender viraram apenas uma seção de tortura, tanto a professores quanto a alunos.
Para ele essa escola é, em sua origem, a própria família, pois é ela que transmite aos seus o princípio de um bom se portar, uma prática condizente com o que se faz, por exemplo, os valores que carregamos vem da família. portanto, a família é o inicio da organização das cidades, e cabe ao governo zelar pelas famílias.
"Eduquem as crianças e não será preciso punir os adultos". (Pitágoras)
O sentido da palavra cuidar é uma ação de aplicar a atenção, assistir, zelar, ou seja, é a prática da virtude que tanto falamos e que para o pensador, é o POLITIKÓS - pensar o bem a todos, algo que o Estado e todos os cidadãos são responsáveis, sobretudos o Estado. Essa virtude culmina em algo chamado ética, ou seja, devemos ter um conduta eticamente ´possível, justa e sobretudo sóbria para desempenhar com sinceridade nosso ser político.
"toda a arte e todo indagação, assim como toda ação e todo propósito, visam a algum bem (...) e que (...) o bem é aquilo a que todas as coisas visam".
O resultado disto, a grosso modo é, dizer que o homem, em sua finalidade, tendo a justa e consciente medida "ética" para gerar um sentimento de felicidade, ou seja, ao exercitarmos o aprender a ser felizes, necessariamente necessitamos de uma pessoa, e a isto damos o nome de professor.
Como diz o ditado, a andorinha não faz verão sozinha, o professor necessita do aluno e o aluno de seu professor, como o cavaleiro precisa do cavalo para ser, assim se dá a prática da virtude, alguém que ensine a fazer a experiência, sendo assim, fazer educação é uma prática virtuosa que deve ser colocada de maneira justa e igual a todos.
Ao direcionarmos o olhar para o desafio da escola, da sala de aula, da turma, de seus problemas, que por muitas vezes nos desanima, nos dá a leve impressão de que a escola é o lugar da tortura, do massacre, da prisão e da reclusão, é só andar por aí e constatar que nossas escolas viraram depósitos de bagulhos, muros altos, grade por todo lado e vigilância até em sala de aulas com direito a áudio, e isso é bom e ruim ao mesmo tempo, e sabemos que escola não é isso e nem nasceu para ser isso, apenas nos conformamos com o que esta acontecendo.
"De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo". (Adélia Prado)
E é interessante que, nos acostumamos a olhar o que é habitual e usual, mas quando de repente sentimos aquele "espanto" que gera m nós uma inquietação, nos tornamos de certo modo, estáticos, perplexos e ao mesmo tempo em movimento, como num pulsar de vida, como faz o coração, pois, aí está o desafio, ver além da pedra, ver além de um simples aluno e perceber a potencialidade que ele pode ser um dia, ato e potência, mesmo que, o aluno seja daqueles mais levados do mundo, devemos aproveitar o "pior" para o melhor.
Portanto, o professor deve ser um visionário e levar seus alunos a contemplarem e a praticarem o exercício essencial da vida que é a busca constante pelo conhecimento que nos traz o prazer, o deleite, desfrutar o que se plantou, é ter atitude, é ter uma significância para quem foi o protagonista da educação, como nos lembra a canção de Chico Buarque.
"A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...".
Esse "ter voz ativa" incomoda, é a pedra no sapato e na educação o desafio é justamente este, ser como a roda viva, que supera o desafio, que busca, que não se conforma, essa roda vida é o próprio homem, que se surpreende com o que se pode ser.
"Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu". (Fernando Pessoa - Álvaro de Campos)
Por muitas vezes nos esquecemos do fato de necessitar de um professor como um "facilitador" para gerar o prazer, prazer este que é a busca pelo conhecimento, aquilo que a filosofia em sua essência realiza, busca a verdade, e podemos comprar este prazer, essa felicidade que é o conhecimento ao fato de alguém que não andava passar a andar e alguém que não enxergava passar a ver o mundo e as coisas.
Nesse Sentido, o professor é quem vai levar ao aluno o deslumbramento por admirar o mundo, a vida e os homens. Admirar é contemplar o que foi feito como foi feito, ou seja, a admiração imprime em nós a gratidão, o prazer e a felicidade.
Educação podemos dizer que é um grande "mirandum" aquilo que se admira, que se busca e ainda, graças a poucos se prática e vivencia de maneira muito séria e sóbria, ou seja, o caminho para resolver os problemas da sociedade é melhorar a educação, é respeitar e valorizar professores e alunos, é passar a saborear a "felicidade".
"Menina , amanhã de manhã
quando a gente acordar
quero te dizer que a felicidade vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens". (Tom Zé)
* Sérgio Henrique de Souza é Mestrando do Programa de Educação da Universidade Metodista de São Paulo, professor de Filosofia da Educação da Faculdade Santa Izildinha - Uniesp na cidade de São Paulo e Professor de filosofia, efetivo da Secretaria do Estado da Educação de São Paulo
Referências
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 1996.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2005.
http://letras.mus.br/chico-buarque/45167/
http://letras.mus.br/tom-ze/164141/
segunda-feira, 30 de abril de 2012
De fato, o filósofo Stiner tinha razão, as pessoas vivem o seu egoísmo e não sabem mais o que fazer com ele, eu, particularmente não entendo o objetivo que as pessoas tem de querer destruir os sonhos de outros seres humanos, só o tempo vai responder a tal indagação, mas, uma coisa é fato, tudo o que fizermos contra o outro é a nós mesmos que atingimos. Senêca disse " não há vento favorável para aquele que não sabe aonde vai", e verdadeiramente concordo com ele, pois, quando agimos visando a destruição dos outros, significa que estamos perdidos.
Precisamos Parar de viver conforme nossos desejos, pois eles ainda nos matarão. Reafirmo a expressão bíblica eu "sei em quem acreditei" 2 Tm 1, 12. Devemos usar o dom que Deus nos deu para edificar a natureza humana e não realizarmos o plano contrário ao da salvação.
Acho tocante o texto de William Shakespeare, "depois de um tempo você aprende", o que falta no homem e mulher de nosso tempo é a sensibilidade de olhar e se colocar no lugar do outro. Vamos combater o mal com o bem.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Ei mundo tão complicado!
Atualmente vivemos em mundo cada vez mais louco, cego e egoísta, somos a todos os momentos banidos, jogados de lado por não mais sermos úteis ao sistema capitalista, que visa somente o lucro de poucos que já possuem um tanto de dinheiro.
Neste sistema, para que você possa usufruir de um pouco de dignidade é necessário que se tenha um pouco de dinheiro, que seja colocado a serviço de uns poucos, ou seja, com o suor de nosso trabalho fazemos com que uns poucos sejam capazes de ganhar o até oite vezes mais do que ganhamos hoje.
Veja que interessante, nesse sistema quem manda é quem tem o capital e não quem é mais inteligente, mas séra que o mais inteligente é quem tem o capital?
Neste sistema, para que você possa usufruir de um pouco de dignidade é necessário que se tenha um pouco de dinheiro, que seja colocado a serviço de uns poucos, ou seja, com o suor de nosso trabalho fazemos com que uns poucos sejam capazes de ganhar o até oite vezes mais do que ganhamos hoje.
Veja que interessante, nesse sistema quem manda é quem tem o capital e não quem é mais inteligente, mas séra que o mais inteligente é quem tem o capital?
sexta-feira, 18 de março de 2011
A ética e a interrupção da gravidez
Disponível em:http://educacao.uol.com.br/filosofia/aborto-a-etica-e-a-interrupcao-da-gravidez.jhtm
José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
A ética e a interrupção da gravidez
As ciências contemporâneas, sobretudo as ciências da vida (biologia, medicina, genética etc.), criaram uma série de dilemas éticos que são estudados pela filosofia. O ramo da filosofia que estuda os problemas morais que surgem dessas ciências é chamado bioética; e a subdivisão da bioética que cuida de assuntos específicos da medicina, como o aborto, é chamada ética médica.
O aborto é um dos pontos mais difíceis da ética médica. Ele envolve aspectos religiosos, legais, médicos, socioculturais e políticos. Neste artigo, examinaremos o aborto somente do ponto de vista da filosofia, expondo os principais argumentos contra e a favor da interrupção intencional da gravidez.
Há duas posições opostas bem delimitadas na discussão sobre o aborto. A primeira, pró-vida ou conservadora, defende o direito moral da vida do feto. A segunda, pró-escolha ou liberal, entende que a mulher tem um direito moral sobre o próprio corpo, o que lhe permite fazer o aborto.
É claro que existem opiniões intermediárias. Alguns acham errado o aborto, mas defendem sua prática em casos específicos (por exemplo, quando a mulher ou o filho correm risco de morte - ou quando a mãe foi vítima de estupro). Do mesmo modo, entre aqueles que defendem o aborto, há os que são contra a prática sob certas circunstâncias, por exemplo, quando a gestação se encontra num estado avançado. Além disso, existem também situações que fogem a essas duas abordagens. Por exemplo, quando a mulher grávida precisa remover o útero por conta de um câncer. Neste caso, o aborto seria um efeito colateral.
Principais argumentos
À parte todas essas questões, as duas posições contrárias ajudam a entender os dois principais argumentos do problema ético do aborto.
O primeiro argumento diz respeito ao direito moral à vida do embrião ou feto. Ele afirma que, se os fetos têm direito moral à vida, então o aborto é errado, pois a proteção à vida é um valor superior à escolha da mulher.
O problema com esse argumento é saber o que é exatamente uma pessoa, no sentido moral do termo, e se o feto ou embrião se encaixa nessa definição. Se o embrião é uma pessoa, ele tem direito à vida, caso contrário, é destituído desse direito.
A conceituação clássica do que é uma pessoa foi dada pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) no Ensaio sobre o entendimento humano (1690). Ele define pessoa como "um ser inteligente, que possui razão e capacidade de reflexão, e pode considerar a si próprio como uma coisa que pensa, em diferentes momentos e lugares; que o faz apenas por essa consciência, que é inseparável do pensamento e que me parece essencial a ele; sendo impossível para qualquer um perceber sem perceber que percebe".
Fetos não possuem autoconsciência, muito menos capacidade de reflexão ou memória. Portanto, não atendem a essas características definidoras de um indivíduo. Mas, nesse caso, pacientes em coma ou estado vegetativo também não teriam direito moral à vida, assim como crianças recém-nascidas, que não possuem ainda a noção de self.
Uma forma de resolver isso é apelar para a doutrina de Aristóteles da potência e ato. Para Aristóteles, existe um ser em ato e um ser em potência. Potência é a capacidade para realizar algo, enquanto ato é a realização concreta dessa potencialidade. Por exemplo, se tenho a capacidade de andar (potência), e não for impedido por condições externas, eu ando (ato).
Visto sob esta perspectiva, o feto seria um indivíduo em potencial e, em razão disso, realizar um aborto seria privar o feto do direito a essa vida futura. Mas, nesse caso, a clonagem de humanos, que teoricamente pode produzir outro ser a partir de uma célula, significa que qualquer célula poderia ser um indivíduo em potencial, o que, nesse caso, é uma prerrogativa absurda.
Direitos da mulher
O segundo argumento postula que a mulher possui direitos sobre seu corpo e, portanto, pode se decidir pela interrupção de uma gravidez indesejada ou de risco. O aborto, dessa maneira, seria um exercício inviolável dos direitos da mulher.
Defensores desse argumento acreditam, em geral, que o feto ou embrião ainda não é um indivíduo com as capacidades desenvolvidas, logo, não haveria conflito de interesses entre direitos da mulher e do feto. Nesse sentido, deveria prevalecer a vontade da mulher.
Porém, há ainda um argumento derivado, mais radical, desenvolvido pela filósofa Judith Jarvis Thompson. Segundo ela, ainda que o feto tenha direito à vida, o aborto é eticamente permissível, porque ele não permite que se utilize do corpo da mãe contra a vontade dela.
Thompson fornece o seguinte exemplo. Imagine um brilhante violinista que se encontra inconsciente, sofrendo de uma doença renal fatal. Uma sociedade de amantes da música descobre que somente você possui o tipo sanguíneo do violinista. Eles então o sequestram e conectam o sistema circulatório do violinista ao seu organismo, de modo que seu rim filtre as impurezas de ambos os corpos. Um médico descobre a operação clandestina e expõe a seguinte situação: caso você se desconecte, o violinista morre, mas se aceitar a condição por um período de nove meses, salvará a vida dele.
Para Thompson, tanto você quanto o violinista têm os mesmos direitos à vida, só que esse direito não se sobrepõe ao de decidir o que fazer com seu próprio corpo, direito este que o violinista não possui.
Assim, ao abortar, a mulher não estaria violando o direito à vida, mas somente privando o feto de um direito que ele não tem de fato. Um dos problemas mais óbvios desse argumento é que a mulher pode escolher engravidar ou não (a menos que tenha sido vítima de um estupro; nesse caso a analogia é válida), por isso teria responsabilidades. Além disso, o aborto mataria um feto sadio, ao passo que o violinista morreria em decorrência da doença.
Bem-estar
Já do ponto de vista utilitarista, o bem-estar da pessoa, e não seus direitos, é que seria levado em conta na decisão. Como o feto ou embrião não tem ainda consciência de bem-estar, o aborto seria um ato moral aceitável. Outro grupo alega que isso privaria o bem-estar futuro desse feto, que em determinadas condições se desenvolveria plenamente.
Em resumo, a discussão evolui em torno de estabelecer se o feto é uma pessoa e, como tal, possui direito à vida - e se, mesmo que tenha esse direito, ele se sobrepõe ao da mãe em determinar o que fazer com o próprio corpo. A escolha do aborto é sempre circunstancial, pois envolve vários outros aspectos, além dos filosóficos. No entanto, são debates éticos que fornecerão base para a elaboração de leis sobre o aborto e para a criação de políticas públicas.
Referências bibliográficas
•BENNETT, Rebecca et al. "Bioética, Genética e Ética Médica", em Compêndio de Filosofia. BUNNIN, Nicholas e TSUI-JAMES, E. P. (org.). 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007.
•GALVÃO, Pedro (org.). Ética do aborto: perspectivas e argumentos. Lisboa: Dinalivro, 2005.
José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
A ética e a interrupção da gravidez
As ciências contemporâneas, sobretudo as ciências da vida (biologia, medicina, genética etc.), criaram uma série de dilemas éticos que são estudados pela filosofia. O ramo da filosofia que estuda os problemas morais que surgem dessas ciências é chamado bioética; e a subdivisão da bioética que cuida de assuntos específicos da medicina, como o aborto, é chamada ética médica.
O aborto é um dos pontos mais difíceis da ética médica. Ele envolve aspectos religiosos, legais, médicos, socioculturais e políticos. Neste artigo, examinaremos o aborto somente do ponto de vista da filosofia, expondo os principais argumentos contra e a favor da interrupção intencional da gravidez.
Há duas posições opostas bem delimitadas na discussão sobre o aborto. A primeira, pró-vida ou conservadora, defende o direito moral da vida do feto. A segunda, pró-escolha ou liberal, entende que a mulher tem um direito moral sobre o próprio corpo, o que lhe permite fazer o aborto.
É claro que existem opiniões intermediárias. Alguns acham errado o aborto, mas defendem sua prática em casos específicos (por exemplo, quando a mulher ou o filho correm risco de morte - ou quando a mãe foi vítima de estupro). Do mesmo modo, entre aqueles que defendem o aborto, há os que são contra a prática sob certas circunstâncias, por exemplo, quando a gestação se encontra num estado avançado. Além disso, existem também situações que fogem a essas duas abordagens. Por exemplo, quando a mulher grávida precisa remover o útero por conta de um câncer. Neste caso, o aborto seria um efeito colateral.
Principais argumentos
À parte todas essas questões, as duas posições contrárias ajudam a entender os dois principais argumentos do problema ético do aborto.
O primeiro argumento diz respeito ao direito moral à vida do embrião ou feto. Ele afirma que, se os fetos têm direito moral à vida, então o aborto é errado, pois a proteção à vida é um valor superior à escolha da mulher.
O problema com esse argumento é saber o que é exatamente uma pessoa, no sentido moral do termo, e se o feto ou embrião se encaixa nessa definição. Se o embrião é uma pessoa, ele tem direito à vida, caso contrário, é destituído desse direito.
A conceituação clássica do que é uma pessoa foi dada pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) no Ensaio sobre o entendimento humano (1690). Ele define pessoa como "um ser inteligente, que possui razão e capacidade de reflexão, e pode considerar a si próprio como uma coisa que pensa, em diferentes momentos e lugares; que o faz apenas por essa consciência, que é inseparável do pensamento e que me parece essencial a ele; sendo impossível para qualquer um perceber sem perceber que percebe".
Fetos não possuem autoconsciência, muito menos capacidade de reflexão ou memória. Portanto, não atendem a essas características definidoras de um indivíduo. Mas, nesse caso, pacientes em coma ou estado vegetativo também não teriam direito moral à vida, assim como crianças recém-nascidas, que não possuem ainda a noção de self.
Uma forma de resolver isso é apelar para a doutrina de Aristóteles da potência e ato. Para Aristóteles, existe um ser em ato e um ser em potência. Potência é a capacidade para realizar algo, enquanto ato é a realização concreta dessa potencialidade. Por exemplo, se tenho a capacidade de andar (potência), e não for impedido por condições externas, eu ando (ato).
Visto sob esta perspectiva, o feto seria um indivíduo em potencial e, em razão disso, realizar um aborto seria privar o feto do direito a essa vida futura. Mas, nesse caso, a clonagem de humanos, que teoricamente pode produzir outro ser a partir de uma célula, significa que qualquer célula poderia ser um indivíduo em potencial, o que, nesse caso, é uma prerrogativa absurda.
Direitos da mulher
O segundo argumento postula que a mulher possui direitos sobre seu corpo e, portanto, pode se decidir pela interrupção de uma gravidez indesejada ou de risco. O aborto, dessa maneira, seria um exercício inviolável dos direitos da mulher.
Defensores desse argumento acreditam, em geral, que o feto ou embrião ainda não é um indivíduo com as capacidades desenvolvidas, logo, não haveria conflito de interesses entre direitos da mulher e do feto. Nesse sentido, deveria prevalecer a vontade da mulher.
Porém, há ainda um argumento derivado, mais radical, desenvolvido pela filósofa Judith Jarvis Thompson. Segundo ela, ainda que o feto tenha direito à vida, o aborto é eticamente permissível, porque ele não permite que se utilize do corpo da mãe contra a vontade dela.
Thompson fornece o seguinte exemplo. Imagine um brilhante violinista que se encontra inconsciente, sofrendo de uma doença renal fatal. Uma sociedade de amantes da música descobre que somente você possui o tipo sanguíneo do violinista. Eles então o sequestram e conectam o sistema circulatório do violinista ao seu organismo, de modo que seu rim filtre as impurezas de ambos os corpos. Um médico descobre a operação clandestina e expõe a seguinte situação: caso você se desconecte, o violinista morre, mas se aceitar a condição por um período de nove meses, salvará a vida dele.
Para Thompson, tanto você quanto o violinista têm os mesmos direitos à vida, só que esse direito não se sobrepõe ao de decidir o que fazer com seu próprio corpo, direito este que o violinista não possui.
Assim, ao abortar, a mulher não estaria violando o direito à vida, mas somente privando o feto de um direito que ele não tem de fato. Um dos problemas mais óbvios desse argumento é que a mulher pode escolher engravidar ou não (a menos que tenha sido vítima de um estupro; nesse caso a analogia é válida), por isso teria responsabilidades. Além disso, o aborto mataria um feto sadio, ao passo que o violinista morreria em decorrência da doença.
Bem-estar
Já do ponto de vista utilitarista, o bem-estar da pessoa, e não seus direitos, é que seria levado em conta na decisão. Como o feto ou embrião não tem ainda consciência de bem-estar, o aborto seria um ato moral aceitável. Outro grupo alega que isso privaria o bem-estar futuro desse feto, que em determinadas condições se desenvolveria plenamente.
Em resumo, a discussão evolui em torno de estabelecer se o feto é uma pessoa e, como tal, possui direito à vida - e se, mesmo que tenha esse direito, ele se sobrepõe ao da mãe em determinar o que fazer com o próprio corpo. A escolha do aborto é sempre circunstancial, pois envolve vários outros aspectos, além dos filosóficos. No entanto, são debates éticos que fornecerão base para a elaboração de leis sobre o aborto e para a criação de políticas públicas.
Referências bibliográficas
•BENNETT, Rebecca et al. "Bioética, Genética e Ética Médica", em Compêndio de Filosofia. BUNNIN, Nicholas e TSUI-JAMES, E. P. (org.). 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007.
•GALVÃO, Pedro (org.). Ética do aborto: perspectivas e argumentos. Lisboa: Dinalivro, 2005.
domingo, 23 de janeiro de 2011
É preciso compromisso em assumir nossa missão
"Convertam-se, porque o Reino de DEUS esta próximo. (Mt 4, 17).
Seguir a Jesus Cristo exige de nós uma grande audâcia e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade.
Por que responsabilidade?
Jesus chama seus discípulos pelo nome e Ele diz "sigam-me", naquele mesmo momento eles deixaram tudo para ir atraz de um sonho, um sonho feito pelo prórpio Deus e neste sonho Ele nos pede para que nosso coração, nossa prática de vida, nossos ideais sejam convertidos.
CONVERSÃO significa transformar uma coisa em outra.
Imediatamene eles deixaram o que faziam para segui-lo.
Será que nossa conversão se dá como a dos discípulos?
Eles deixaram de jogar as redes naquele ideal que acreditavam, no conformismo que viviam e imediatamente se transformaram em seguidores de um sonho, e junto a Ele viveram o sonho de Deus.
Obviamente um compromisso foi selado naquele instante, uma cumplicidade pairou no coração daqueles homens, pescadores, gente simples que puderam admirar, por meio da fala de Jesus e de seu exemplo de vida, o REINO DE DEUS.
Mas para adentrar a esse reino não pode ser de qualquer jeito, mas, precisamos sair de nosso mundinho, qo qual práticaas egoístas falam mais alto, aonde o TER é soberano e o SER fica num plano fora de nossa própria realidade.
O imperativo hoje é TER, ter para ser, é assim que o mundo ensina, o que contradiz o que Jesus pregou, "deixe tudo para me seguir, passagem esta que Jesus se encontra como Jovem Rico.
esse reino exige apenas uma coisa, transformação, ou seja, ao vivermos a Epifania do Senhor, nos deparmos com nossa compreensão do Reino de Deus, no qual Ele próprio nos pede "convertam-se".
Isso significa que ainda andamos no meio da escuridão, trevas essas que nos impede de contemplar e vivermos a preparação para o Reino de Deus, no entanto, Jesus muda esse ideal e passa a ser a LUZ que brilha na escuridão.
Mas o que é escuridão?
Escuridão é a ausência de luz, se Jesus é essa luz que brilha nas trevas, e toda luz quando começa a iluminar causa um certo desconforto e posteriormente nos da condições de conhecr que antes estava escondido.
Ao conhecermos as coisas desse sonho e, de fato, nos transformarmos, podemos dizer com toda convicção que "ELE esta no meio de nós", e se ele esta em nosso meio, nossa boca não pode se calar pelos que ainda andam na escuridão, ou seja, devemos hoje ser porta voz desse Jesus que veio para transformar e, devemos buscar conformar nossa vida, nossa conduta a esse ideal anunciado e vivido por Jesus, sendo assim, se Ele é a luz, de quem eu terei medo?
Não podemos nos curvar ao ideal desse mundo que maltrata a pessoa humana e a coloca num plano no qual ela não possua mais dignidade.
e para seguir a este Reino de transformação nao podemos ter medo e, siceramente, devemos deixar tudo o que nos impede de segui-lo, renunciar a nosso egoísmo, a este mundinho que moldamos segundo a nossa vontade, para, de fato, vivenciarmos o Reino de Deus, no qual a dignidade existe e prevalece.
É esta a mensagem que hoje o salmista nos coloca, " só uma coisa eu peço, é habitar na casa do Senhor, todos os dias da minha vida". (Sl 27).
E para isso devemos nos comprometer em seguir a este sonho e coloca-lo em prática, pois, " O reino de Deus está próximo".
Referências bíblicas
Isaías, 9, 1-4.
Salmo 27, 1-5.
1 Corintíos 1, 10-18.
Mateus 4, 12-23.
Reverendo Sérgio Henrique de Souza é Diácono em reconhecimento de ordem da Diocese do Recife, auxiliar do Ponto Missíonario Cristo Rei, em Santo André, Professor de Filosofia da rede estadual de São Paulo e de escolas particulares.
Seguir a Jesus Cristo exige de nós uma grande audâcia e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade.
Por que responsabilidade?
Jesus chama seus discípulos pelo nome e Ele diz "sigam-me", naquele mesmo momento eles deixaram tudo para ir atraz de um sonho, um sonho feito pelo prórpio Deus e neste sonho Ele nos pede para que nosso coração, nossa prática de vida, nossos ideais sejam convertidos.
CONVERSÃO significa transformar uma coisa em outra.
Imediatamene eles deixaram o que faziam para segui-lo.
Será que nossa conversão se dá como a dos discípulos?
Eles deixaram de jogar as redes naquele ideal que acreditavam, no conformismo que viviam e imediatamente se transformaram em seguidores de um sonho, e junto a Ele viveram o sonho de Deus.
Obviamente um compromisso foi selado naquele instante, uma cumplicidade pairou no coração daqueles homens, pescadores, gente simples que puderam admirar, por meio da fala de Jesus e de seu exemplo de vida, o REINO DE DEUS.
Mas para adentrar a esse reino não pode ser de qualquer jeito, mas, precisamos sair de nosso mundinho, qo qual práticaas egoístas falam mais alto, aonde o TER é soberano e o SER fica num plano fora de nossa própria realidade.
O imperativo hoje é TER, ter para ser, é assim que o mundo ensina, o que contradiz o que Jesus pregou, "deixe tudo para me seguir, passagem esta que Jesus se encontra como Jovem Rico.
esse reino exige apenas uma coisa, transformação, ou seja, ao vivermos a Epifania do Senhor, nos deparmos com nossa compreensão do Reino de Deus, no qual Ele próprio nos pede "convertam-se".
Isso significa que ainda andamos no meio da escuridão, trevas essas que nos impede de contemplar e vivermos a preparação para o Reino de Deus, no entanto, Jesus muda esse ideal e passa a ser a LUZ que brilha na escuridão.
Mas o que é escuridão?
Escuridão é a ausência de luz, se Jesus é essa luz que brilha nas trevas, e toda luz quando começa a iluminar causa um certo desconforto e posteriormente nos da condições de conhecr que antes estava escondido.
Ao conhecermos as coisas desse sonho e, de fato, nos transformarmos, podemos dizer com toda convicção que "ELE esta no meio de nós", e se ele esta em nosso meio, nossa boca não pode se calar pelos que ainda andam na escuridão, ou seja, devemos hoje ser porta voz desse Jesus que veio para transformar e, devemos buscar conformar nossa vida, nossa conduta a esse ideal anunciado e vivido por Jesus, sendo assim, se Ele é a luz, de quem eu terei medo?
Não podemos nos curvar ao ideal desse mundo que maltrata a pessoa humana e a coloca num plano no qual ela não possua mais dignidade.
e para seguir a este Reino de transformação nao podemos ter medo e, siceramente, devemos deixar tudo o que nos impede de segui-lo, renunciar a nosso egoísmo, a este mundinho que moldamos segundo a nossa vontade, para, de fato, vivenciarmos o Reino de Deus, no qual a dignidade existe e prevalece.
É esta a mensagem que hoje o salmista nos coloca, " só uma coisa eu peço, é habitar na casa do Senhor, todos os dias da minha vida". (Sl 27).
E para isso devemos nos comprometer em seguir a este sonho e coloca-lo em prática, pois, " O reino de Deus está próximo".
Referências bíblicas
Isaías, 9, 1-4.
Salmo 27, 1-5.
1 Corintíos 1, 10-18.
Mateus 4, 12-23.
Reverendo Sérgio Henrique de Souza é Diácono em reconhecimento de ordem da Diocese do Recife, auxiliar do Ponto Missíonario Cristo Rei, em Santo André, Professor de Filosofia da rede estadual de São Paulo e de escolas particulares.
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